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Conheça a história de Ivo Gabriel, fundador da Dox Conversation Course

Nascido e criado em Cabo Frio, venceu na vida e conquistou seus sonhos usando o inglês - o qual ele teve que aprender sozinho, sem dinheiro e na marra.

What's your next challenge?

 

 

 

Quando falamos da relação oportunidade vs competição no contexto geral da vida, imaginamos uma corrida, a qual se resume em você contra o resto do mundo. Eu entendo bem isso, pois pensava exatamente assim, até que cheguei a seguinte conclusão: 

Não existe corrida: existe uma escalada. Não existe competição: a não ser, eu contra mim mesmo. 

Comparo a busca pela conquista dos objetivos como uma escalada, devido às dificuldades que são características de tal ação e digo que não existe competição - além da que guerreamos internamente - pelo seguinte motivo: 

Se comparar com os outros ajuda em quê? Por que devo tratar a minha existência - que é integralmente única - à outro ser que também vive suas guerras? 

Cada ser humano mede a vida com a sua própria régua, com os seus próprios paradigmas, e enquadra suas ações regularmente para se encaixar nesses tais paradigmas. 

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Me chamo Ivo Gabriel Lima Rodrigues, sou empresário e professor de inglês, fundador da Dox Conversation Course e essa é a minha história: 

Estudei da pré até a oitava série na Escola Estadual Aspino Rocha, que era dirigida com muita maestria pela saudosíssima diretora Rita de Cássia - alguém impossível de esquecer, ou muito menos, não mencionar aqui, pois ela levava aquela escola nos braços. 

Com poucos recursos, nós alunos tínhamos um ambiente que inspirava a criatividade com muitas gincanas promovidas por ela e pelos queridos professores. 

Essa escola foi o meu laboratório, descobri que eu gostava de ensinar lá. 

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Quando tínhamos que apresentar algum trabalho, eu dava o meu melhor. Nosso grupo sempre se destacava. Pois além da explicação, eu fazia questão de aplicar uma prova só para saber se os alunos entenderam o que eu falei (risos). 

No Ensino Médio, eu estudei no Colégio Municipal Rui Barbosa do ano de 2007 à 2009.

 

Parece que foi ontem que eu me juntava aos meus amigos no intervalo para comprar salgado e Guaravita na cantina. 

Talvez você ainda esteja na escola. Eu espero que tudo esteja bem e que você possa criar memórias tão boas quanto eu criei durante o meu tempo. 

Tenho amigos dessa época que hoje são pais. Outros já se mudaram de cidade ou país. E alguns, que como eu, se aventuraram no mundo dos negócios. 

Apesar do Rui Barbosa ser uma escola pública, havia gente de todo tipo de poder aquisitivo. Logo as comparações eram inevitáveis e o constrangimento por não ter certas coisas era certo. 

Meu senso de realidade já era maduro - apesar de jovem.

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Quando eu tinha 13 anos de idade, comecei a ajudar meu pai no quiosque (popularmente chamado de barraca), lá na Gamboa. 

Então todo verão era a mesma coisa: acordar cedo e ir descarregar o caminhão (que geralmente vinha da Bahia) 2000 à 3000 cocos, comprar sacos e mais sacos de gelo. Lá usam até hoje carrinhos de supermercado para carregar esses produtos - na maioria das vezes tendo que ser feito tudo às pressas no meio de uma multidão de turistas. 

O dinheiro levantado no verão não serve para sustentar uma família de quatro pessoas durante o ano todo. Então, era fartura no verão e escassez no inverno (em Cabo Frio dividimos o ano assim, principalmente se tratando de ambulantes e quiosqueiros). 

Meus pais não conseguiam empregos regulares por não terem estudos (meu pai estudou até a quinta série e minha mãe até a oitava série). Os mesmos tiveram suas próprias experiências de vida e escolhas que resultaram na vida que levavam. 

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Falando de escolhas, eu me prontifiquei o mais cedo que pude para mudar a minha realidade, quando me dei por conta que eu vivia em um loop eterno (de verão em verão). Era uma corrente que precisava ser quebrada, senão essa talvez fosse ser a minha vida até o fim. 

Ao lidar com turistas todos os anos, às vezes eu via gente de outros países e me interessei em saber o que se passava na cabeça de alguém que era "tão diferente" de mim.

Tal curiosidade resultou em uma coisa: Aprender inglês. Mal sabia eu que essa seria a escolha mais importante da minha vida. 

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Eu nunca tive condições de ir para um curso de inglês, mas a minha vizinha era professora particular e resolveu me dar uma chance por um preço que eu pudesse pagar. Então com ela aprendi o nível básico. Estudei até o onde financeiro permitiu - ou seja, não pude continuar, mas a minha determinação era tão grande que utilizei de tudo que eu conseguia pôr as mãos para aprender inglês sozinho. 

Enquanto eu trabalhava na barraca, não perdia a oportunidade de treinar o que eu sabia com os estrangeiros que apareciam por lá. Confesso que eu tremia nas bases com medo de errar ou não entender o que falavam. Mas eu passava por cima disso e continuava. 

Depois de um tempo, era impagável a reação das pessoas ao ver um menino de boné e chinelos se comunicando com fluência com os estrangeiros.

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Ao completar 18 anos, descobri que a minha habilidade de ensinar que eu havia aprendido lá no Aspino Rocha, era uma ferramenta, que alinhada com o inglês, viria a ser uma porta de oportunidades.

Comecei ensinando como professor particular. E depois de algum tempo, lá estava eu, finalmente em um curso de inglês - porém como um professor, e não aluno. Aquilo era tão surreal pra mim que parecia coisa de filme. 

Descobri que o meu método me destacava e cativava os alunos, algo que de forma embrionária, veio a ser o que chamamos hoje de SUBLIMINAL GRAMMAR. 

Em 10/03/2014, eu criei a DOX CONVERSATION COURSE, com 4 alunos em uma salinha nos fundos da minha casa. 

 

Aqueles quatro alunos se tornaram 240, no ano de 2019. E desde o seu início a Dox fez e faz parte de histórias de conquistas e superação de pessoas que decidiram aceitar o desafio de aprender um novo idioma. 

Alunos que hoje são empresários nos EUA, ou universitários no Canadá, pilotos de avião, militares, representantes comerciais de multinacionais ou, simplesmente, amantes da língua inglesa. Aqui tem de tudo. 

E pensar que isso tudo começou com um menino de 13 anos que sempre estudou em instituições públicas. 

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Entende agora a relação que fiz entre a vida ser uma escalada? O nosso alvo é pra cima, com dificuldades claro, mas o rumo é o topo e é pra lá que você, caro leitor, vai. 

Eu poderia ter me comparado aos meus amigos que tinham uma condição financeira melhor do que eu e simplesmente ter aceitado aquela realidade e continuar com a corrente da pobreza, da escassez, sem ter agregado tanto conhecimento ao longo do tempo.

 

É muito fácil não conquistar nada na vida, basta ficar parado - pois passar pelo deserto não é pra qualquer um. 

Eu venci e me venço todos os dias, pois parei de olhar para os lados e comecei a olhar pra dentro de mim mesmo - pois entendi que eu  vou morrer um dia e passar por essa vida sem poder viajar, amar, criar e servir, não é viver, é simplesmente existir. 

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O inglês me trouxe tudo que tenho e sendo assim, quero compartilhar isso com você, querido aluno da rede pública. 

Deixo aqui nessa página uma bolsa de 40% para você conseguir conquistar os seus sonhos, como eu e meus alunos o fizera através da língua inglesa. 

A Dox é uma escola de Elite, mas não da "Elite": ela  é sua também, pois você sou eu. 

Espero vê-lo em breve aqui!

It's Action Time!

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